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| Karoline Barreto/CMBH |
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) relatou ter recebido ameaças de morte após comentar nas redes sociais o assassinato do ativista norte-americano Charlie Kirk. A Polícia Legislativa Federal (PLF), da Câmara dos Deputados, apura a participação de pelo menos três pessoas, entre elas um policial militar reformado do Ceará e uma jovem do Espírito Santo.
Nas mensagens divulgadas pelo próprio parlamentar, o ex-PM escreveu: “Mataram o Nikolas Ferreira dos EUA, agora falta saber quando o daqui vai também”. Já a jovem capixaba teria marcado o perfil do deputado com a frase: “Vou te matar a tiros, seu merda”.
Na semana passada, a Polícia Federal prendeu o universitário Adalto Gaigher Junior pelo mesmo motivo. Ele foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A Polícia Militar do Ceará ainda não se manifestou sobre a conduta do policial citado.
Desde a morte de Kirk, Ferreira tem exposto em suas redes sociais perfis de pessoas que, segundo ele, teriam comemorado o crime. O deputado chegou a marcar empresas onde esses indivíduos trabalham e a pedir a demissão de alguns deles.
As manifestações também renderam polêmicas. O parlamentar ironizou o cantor Junior Lima, que se posicionou contra a anistia durante show no festival The Town, e trocou acusações com o humorista Whindersson Nunes na plataforma X (antigo Twitter).
Fonte: Metrópoles




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