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Marcelo Camargo/Agência Brasil |
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reconheceu a existência de “risco concreto de fuga” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas defendeu que a prisão domiciliar é suficiente, sem necessidade de agentes atuarem dentro da residência.
Em manifestação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet sugeriu apenas o reforço na vigilância externa da casa e monitoramento das adjacências, descartando prisão preventiva em unidade prisional.
Segundo o PGR, não há indícios de risco à segurança no interior do imóvel. Para ele, a preocupação se concentra no controle da área externa e deve respeitar também a privacidade do ex-chefe do Planalto.
O documento cita ainda informações da Polícia Federal sobre um possível plano de fuga para a Argentina, incluindo uma minuta de pedido de asilo ao presidente Javier Milei. Apesar disso, Gonet considerou que as medidas propostas pela PF são excessivas e não justificam monitoramento interno.
Agora, caberá a Moraes decidir se acolhe ou não as recomendações da PGR.
Fonte: Metrópoles
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